qui. abr 22nd, 2021

Faltara energia se os carros elétricos tomarem as ruas do Brasil?

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Vai faltar energia se os carros elétricos tomarem as ruas do Brasil?

 

 

 

 

 

“Chovemos no molhado” quando dizemos que 2020 foi um ano prejudicial para inúmeros setores, mas alguns dados trazem certo alento para o país. É o caso da nossa matriz energética nacional que, segundo o Ministério de Minas e Energia, é representada em 83% pelas fontes renováveis de energia – hidrelétrica, eólica, biomassa, solar e biogás.

 

Nessa esteira, o mercado de energia solar acelerou de forma bastante visível no Brasil no ano passado: levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) revela que o sistema de geração de energia triplicou sua atividade em um ano, com crescimento de 45% no último semestre. Ao mesmo tempo, a venda de carros elétricos por aqui também começou a ganhar ritmo.

 

Mas será que ficaríamos “sem luz” ou pagaríamos mais caro por ela caso nossa frota de carros de passeio migrasse dos combustíveis fósseis para a energia elétrica?

 

 

 

 

 

A pauta da matriz energética nacional permeia as discussões de muitos segmentos, como o dos veículos elétricos, sobre o qual temos nos debruçado aqui no TecMundo nas últimas semanas. É normal surgirem dúvidas, mitos e verdades sobre o assunto e não podemos ser levianos.

 

 

O fato é que não só existem as condições para que esse modal prospere em termos de infraestrutura, como já vemos uma expansão

 

 

Em outras palavras, o Brasil possui meios viáveis de ampliar sua frota de carros elétricos, abastecidos por postos solares e derivados, sem que isso traga colapso ao nosso sistema energético. Ao todo, temos 3 GW de potência instalada em painéis solares em telhados de residências e empresas, com 255 mil sistemas fotovoltaicos que fornecem energia para 400 mil unidades consumidoras – segundo a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD).

 

 

 

 

 

 

Energia limpa e segura

 

Ainda de acordo com os dados do governo federal sobre o nosso panorama energético em 2020, a matriz brasileira é liderada pela energia hidrelétrica (63,9%), seguida da eólica (8,6%), biomassa (8,4%) e solar(1,4%).

 

 

 

 

O Brasil ultrapassou, em 2019, a meta de capacidade instalada – total de energia que pode ser produzida, segundo a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – com aumento de mais de 7 mil MW. No total, contamos com mais de 170 mil MW de potência fiscalizada. Para André Pepitone, diretor-geral da Aneel, esse resultado garante a segurança de suprimento de energia no país.

 

 

 

 

A participação e o crescimento da energia solar e eólica neste cenário também são vistos com bons olhos pela agência. “O maior potencial de crescimento é eólico e solar, sobretudo na região Nordeste. Na energia térmica, um terço vem do bagaço da cana de açúcar”, explicou Pepitone, em entrevista ao Planalto, portal de notícias do governo federal.

Vale destacar também que as fontes de energia renovável disponíveis no Brasil são ampliadas e fomentadas pelo aspecto socioeconômico, de geração de emprego e renda para a população, além dos fatores ambientais e tecnológicos envolvidos.

 

Incentivos fiscais

Com preços mais competitivos, devido à redução no custo de instalação de energia solar no Brasil, que caiu mais de 90% na última década, a geração de painéis solares cresceu 58% em 2020 na comparação com o ano anterior, segundo a Absolar.

 

 

A tropicalidade e ampla iluminação solar em praticamente todo o território brasileiro também são atrativos geográficos que nos colocam à frente de outros países

 

 

Em uma investida no setor da habitação e construção civil, a Absolar busca também a instalação de painéis fotovoltaicos nas residências do programa “Casa Verde e Amarela”, anunciado em agosto pelo governo federal para substituir o “Minha Casa, Minha Vida”. Mas neste caso, o projeto ainda precisa ser convertido em lei pelo presidente e começar a funcionar de fato – o que aguardamos.

 

 

 

 

Para Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar, a fonte solar poderá ter um papel estratégico na retomada da economia brasileira após a pandemia, atraindo investimentos privados na casa dos bilhões de reais, gerando empregos, fortalecendo a arrecadação do poder público e aliviando os custos da energia elétrica para os consumidores. Faço minhas as suas palavras, quando Sauaia afirma que “a energia solar também seguirá ajudando no combate às mudanças climáticas”.

Não podemos esquecer que esse é o maior desafio do século 21, para a nossa e as futuras gerações.

 

O carro mais “barato” do rasil

 

 

Que absurdo de preço rs…

Luz p’ra nós! 

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Lucas Schwarzbold
Editor
07/03/2021 7:02 pm

Luz pra nós 🙏🏾

Ariel dos Santos
07/03/2021 7:14 pm

Luz p’ra nós!

Gustavo Borba
07/03/2021 7:47 pm

Luz p’ra nós!

Silvia Cristina Rodrigues
07/03/2021 8:48 pm

Avanço sem planejamento… LPN✨

Hitler
08/03/2021 10:53 am

Luz p’ra nós!

Diego Costa
08/03/2021 10:18 pm

Os carros elétricos ainda são muito caros em relação aos modelos tradicionais, não fosse isso a indústria estaria ainda mais aquecida, mas com o tempo o valor tende a diminuir

Lin de Oliveira
18/03/2021 10:16 pm

luz p´ra nós

Daniela Cristina
Editor
19/03/2021 10:15 am

Fiquei alegre em saber que grande parte de nossa energia é renovavel. Mas os cara sempre acha uma brecha p’ra lucrar hahahahah Gratidão pela matéria.

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